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Em reunião administrativa, a colaboração na condução da gestão 2019/2021 deu o tom às falas de dirigentes

Durante a reunião administrativa realizada pela Seção São Paulo da Ordem dos Advogados do Brasil (28/01), presidentes de Subseções, conselheiros federais e secionais presentes no Teatro Renault, tiveram a oportunidade de falar aos seus pares sobre projetos e propósitos nesse começo de gestão. Foram quase duas horas de palavra aberta nas quais 20 inscritos pontuaram vários temas sempre ancorados nos pilares da atuação da classe: prerrogativas e ética. Leandro Sarcedo, presidente da Comissão de Direitos e Prerrogativas, abriu as falas pautando o compromisso de atender todos os colegas: “Porém, é infantil imaginar que um presidente de Comissão consiga encaminhar sozinho todas as questões necessárias para a defesa do nosso exercício profissional”. Desse modo, pediu esforços dos presidentes de Subseções para que mantenham motivados e bem formados os times de voluntários para os plantões de Prerrogativas e explicou que a composição da vice-presidência de Prerrogativas, a cargo de Ana Carolina Moreira Santos, manterá o modelo de pisão temática, acrescentando uma cadeira dedicada ao interior para fazer a interface entre Conselhos e Coordenadorias de Prerrogativas com a Comissão Secional. Na outra ponta, encerrando as exposições, o conselheiro federal Fernando Calza de Salles Freire, ex-presidente do Tribunal e Ética e Disciplina, representou o atual presidente, Carlos Fernando de Faria Kauffmann, reforçando a necessidade da atuação firme do TED: “O Tribunal tem a missão de afastar advogadas e advogados que não merecem estar inscritos em nossos quadros, em decorrência de graves violações do Código de Ética e Disciplina. A permanência de maus profissionais entre nós prejudica a advocacia e a cidadania”. Gestão participativaJá o presidente da Comissão de Assistência Judiciária, Luiz Eugênio Marques de Souza, pontuou os resultados de uma reunião com a direção da Defensoria Pública do Estado de São Paulo, quando cobrou celeridade no julgamento dos recursos administrativos pertinentes às certidões de pagamento recusadas: “Vamos lutar pela implantação das certidões eletrônicas. Não há sentido algum em continuar com o modelo atual de certidões físicas, o que tem ocasionado muitos problemas e custos desnecessários”. A vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos, Ana Amélia Mascarenhas Camargos, convocou os presidentes de Subseções para que sejam incentivadores da atuação das Comissões locais, especialmente diante da onda de descabidos questionamentos contra essas relevantes pautas. “A OAB SP vai servir ao cidadão e à sociedade sem medir esforços para garantir a manutenção dos direitos sociais previstos na Constituição Federal, bem como buscar ampliá-los. Vivemos tempos sombrios e sabemos que é preciso organização para enfrentá-los: por isso pedimos que outras Comissões temáticas que tenham relação com Direitos Humanos indiquem um membro para fazer a interface com o nosso grupo de trabalho”, recomendou Ana Amélia. Entre os assuntos destacados por outros dirigentes de Ordem que fizeram uso da palavra, destacaram-se a criação de estruturas e cursos para a orientação da Jovem Advocacia, o incentivo à participação das mulheres no dia a dia das Subseções, melhoria nos meios de comunicação com os advogados inscritos e atuação para melhorar o processo e triagem da Defensoria Pública, com o propósito de garanti-la em favor do cidadão realmente desprovido de recursos para financiar sua defesa. A palavra aberta e a prestação de contas, com a colaboração de todos os envolvidos nas rotinas da Ordem paulista, direta ou indiretamente, serão os eixos da gestão da entidade para o triênio 2019/2021. Veja mais na Galeria de Fotos
06/02/2019 (00:00)
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