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Sessão gratuita do documentário “A Juíza” no Palácio da Justiça

Exibição integra Semana Justiça pela Paz em Casa.           Como parte da programação da 14ª  Semana Justiça pela Paz em Casa, o Tribunal de Justiça de São Paulo, por meio da Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do Poder Judiciário do Estado de São Paulo (Comesp), exibirá o documentário “A Juíza” no Salão do Júri do Palácio da Justiça (Praça da Sé, s/n, 2º andar). O evento, gratuito, será aberto ao público.         O filme, das diretoras Betsy West e Julie Cohen, conta a história da juíza da Suprema Corte norte-americana Ruth Bader Ginsburg, que completou 86 anos em março e é pioneira na luta pelos direitos femininos e segunda mulher a servir na Corte Suprema dos EUA, nomeada por Bill Clinton em 1993.           A narrativa, de pouco menos de duas horas, tem como fio condutor trechos da sabatina de RBG (como é conhecida) no Congresso, momento em que buscava aprovação para a Suprema Corte dos EUA. “A Juíza” ganhou os prêmios de melhor documentário do Sindicato dos Produtores da América e BAFTA de Cinema e concorreu ao Oscar de melhor documentário de longa-metragem. Ruth Bader Ginsburg já havia sido retratada no filme “Suprema”, em que é interpretada pela atriz Felicity Jones.         Desde quando ainda era advogada, na década de 70, a protagonista ganhou notoriedade por, através de sua atuação na área jurídica, vencer causas relacionadas à luta pela igualdade de gênero nos tribunais do país e no tratamento jurídico dado a homens e mulheres. Estudante de Direito em Harvard, quando a proporção era de 50 homens para menos de uma mulher, RBG se tornou professora da Universidade de Columbia e iniciou um projeto de derrubada de legislações discriminatórias que, sob o pretexto e proteger as mulheres, limitavam a vida e a atuação profissional de milhares de cidadãs norte-americanas. Por conta de sua atuação, era considerada uma mulher difícil e encrenqueira. Foi a primeira mulher a participar de duas das mais importantes publicações de Direito estadunidense, Harvard e Columbia Law Review, e cofundadora do projeto de direitos das mulheres na União Americana pelas Liberdades Civis. Tem como lema a frase “a mudança real, duradoura, acontece um passo de cada vez”.         Por outro lado, Bader Ginsburg está longe de ser unanimidade. Caso se aposente durante o mandato do presidente Donald Trump, a juíza deverá dar lugar a uma figura mais conservadora, uma vez que cabe ao presidente em exercício a indicação dos nomes para a Suprema Corte.                    imprensatj@tjsp.jus.br
18/08/2019 (00:00)
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