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Trabalho ''uberizado'': prós e contras

Ademir Aparecido já foi cobrador de ônibus e metalúrgico, mas nunca teve uma remuneração como a de hoje, quando passou a trabalhar para o Uber. Ele coloca no bolso quatro mil reais por mês, mas, para ter esse ganho, trabalha pelo menos 12 horas por dia. Uma vez por semana, no dia de rodízio de seu carro, folga, mas nem sempre. Às vezes liga o aplicativo e acaba fazendo algumas corridas também nesse, quando não alcançou sua meta nos demais. Sua vida melhorou? Sim, responde ele, para depois acrescentar: “Mas eu não tenho mais férias nem assistência médica”.  Também não tem Fundo de Garantia por Tempo de Serviço. Como é uma pessoa disciplinada, entende que seu FGTS é o carro financiado que adquiriu. Daqui a quatro anos, quando quitar o financiamento, ele conta que terá um bem avaliado em cerca de 20 mil reais, o equivalente a cinco meses de remuneração mensal.Clique AQUI para continuar a leitura.
16/07/2019 (00:00)
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